A primeira vez que ela o viu estava assistindo um treinamento na empresa que ela havia sido contratada. Ele entrou na sala, quieto e sentou depois de um móvel ao lado dela.
'Que metido.' Ela pensou. Mas já foi o bastante pra ela ter percebido que ele existia naquele lugar. Uma curiosidade nela então ele despertou.
Dois dias depois, eles faziam parte de um mesmo grupo que a empresa escolheu pra contar sacolas das concorrentes. Aí, possivelmente tiveram que se falar. Um sorriso ele deu conversando com ela. E como ela achava aquele sorriso cativante. Um começo? Talvez pra ela. Pouco a pouco foram se conhecendo. E tudo era uma desculpa dela pra estar perto dele. Mesmo que fosse na hora de ir embora pra oferecer ajuda em seu setor. Ou então ficar chateando ele pedindo os tão cobiçados chaveiros que ele carregava na cintura. Mas só de conseguir sorrisos em sua direção tudo já compensava. Tudo já valia a pena. Dia após dia. Mesmo que fosse pra mexer no armário em seu intervalo. O armário dele era bem embaixo do dela, possivelmente ela o veria.
Ela só queria estar perto dele.
Um primeiro encontro aconteceu. Chuva, um primeiro beijo. Mãos dadas. Seria agora então um começo ou não? Talvez, tudo muito incerto, mas não foi bem assim, porque sem querer eles se aproximaram denovo em uma festa. E de novo. E de novo. E de novo. Se viam todos os dias, mesmo sem poder se tocar, mas o costume de se falar todos os dias, trocar sms era bem claro já.
Ele, todo brincalhão, ao mesmo tempo uma mistura de responsabilidade e sem juízo a atraía cada vez mais. Ninguém conseguia dizer onde isso ia parar realmente, e se ia parar.
Ela era quatro anos mais velha que ele, mas não sabia explicar por que aquele menino despertava todo esse sentimento nela. As diferenças entre eles começavam a ficar óbvias, mas isso não os afastavam em nada. Ela, com seu jeito todo intenso de ser, vivia cada momento sem medo do amanhã.
'Que metido.' Ela pensou. Mas já foi o bastante pra ela ter percebido que ele existia naquele lugar. Uma curiosidade nela então ele despertou.
Dois dias depois, eles faziam parte de um mesmo grupo que a empresa escolheu pra contar sacolas das concorrentes. Aí, possivelmente tiveram que se falar. Um sorriso ele deu conversando com ela. E como ela achava aquele sorriso cativante. Um começo? Talvez pra ela. Pouco a pouco foram se conhecendo. E tudo era uma desculpa dela pra estar perto dele. Mesmo que fosse na hora de ir embora pra oferecer ajuda em seu setor. Ou então ficar chateando ele pedindo os tão cobiçados chaveiros que ele carregava na cintura. Mas só de conseguir sorrisos em sua direção tudo já compensava. Tudo já valia a pena. Dia após dia. Mesmo que fosse pra mexer no armário em seu intervalo. O armário dele era bem embaixo do dela, possivelmente ela o veria.
Ela só queria estar perto dele.
Um primeiro encontro aconteceu. Chuva, um primeiro beijo. Mãos dadas. Seria agora então um começo ou não? Talvez, tudo muito incerto, mas não foi bem assim, porque sem querer eles se aproximaram denovo em uma festa. E de novo. E de novo. E de novo. Se viam todos os dias, mesmo sem poder se tocar, mas o costume de se falar todos os dias, trocar sms era bem claro já.
Ele, todo brincalhão, ao mesmo tempo uma mistura de responsabilidade e sem juízo a atraía cada vez mais. Ninguém conseguia dizer onde isso ia parar realmente, e se ia parar.
Ela era quatro anos mais velha que ele, mas não sabia explicar por que aquele menino despertava todo esse sentimento nela. As diferenças entre eles começavam a ficar óbvias, mas isso não os afastavam em nada. Ela, com seu jeito todo intenso de ser, vivia cada momento sem medo do amanhã.
Ela só queria amá-lo.
Ele sempre todo misterioso, até nas palavras. Isso a deixava cada vez mais insegura, mas ela foi descobrindo um jeito de fazê-lo falar... ela procurava dentro dele o verdadeiro menino do coração partido.
Ele sempre todo misterioso, até nas palavras. Isso a deixava cada vez mais insegura, mas ela foi descobrindo um jeito de fazê-lo falar... ela procurava dentro dele o verdadeiro menino do coração partido.
Mesmo sem eles saberem dar o verdadeiro nome aos sentimentos, mas já bastava sentir. E já bastava pra ela ser dele, mesmo em momentos. Eles poderiam estar cercados por muita gente, mas a verdade é que eles não enxergavam mais ninguém em volta. As coisas foram acontecendo devagar, e quando eles viram já estavam ligados. Que mais poderia acontecer senão, se conhecerem mais, se apaixonarem e se misturarem? Realmente foi isso que aconteceu. E tão lentamente que eles demoraram a perceber.Mas perceberam um dia. E talvez, era melhor dois que um. Um nó de duas voltas é mais forte que de uma volta só. Meses se passaram...
Ela hoje pertence à ele mais do que nunca, e não se imagina sem estar ao seu lado.
E ele pertence à ela, somente. Incansávelmente esse amor cresce, dia após dia pra eles, em função da história deles. Porque independente do que os caminhos futuros deles os reservam, eles sabem que a ligação que eles criaram é tão forte e tão intensa que não há nada que destrua tudo o que eles sentem.
E eles vão até o fim do mundo juntos... (L'
E ele pertence à ela, somente. Incansávelmente esse amor cresce, dia após dia pra eles, em função da história deles. Porque independente do que os caminhos futuros deles os reservam, eles sabem que a ligação que eles criaram é tão forte e tão intensa que não há nada que destrua tudo o que eles sentem.
E eles vão até o fim do mundo juntos... (L'
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