(…) e pensa que pensa ou deveria pensar ou é
como se pensasse qualquer coisa assim: porque é desse jeito mesmo que
as pessoas se comportam quando não decifram nos olhos do outro nenhuma
promessa ou convite.
(Caio Fernando Abreu. Saudades de Audrey Hepburn, in: Os Dragões Não Conhecem O Paraíso)

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